sexta-feira, 18 de abril de 2014

Deixe-me, ao menos, ter a liberdade de não fazer escolhas. Será possível? Optar por não escolher? Porque recuso abortos. E escolher é abortar. Abortos do possível.

5 comentários:

  1. A vida e o possível seguem paralelos, a escolha é apenas intersecção.

    Ou apenas sou eu que preciso de caminho e não aprendi a viver nas bifurcações.

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  2. Escolher algo é o abrir mão de uma outra possibilidade e são essas escolhas que vão dizer para onde iremos, escolher sempre foi algo muito difícil.

    Beijos

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  3. Uma coisa é muito verdadeira no que disse no seu recado no meu blog. O Carinho é recíproco. Está na minha lista de leitura pelo belo trabalho que faz com a palavra e sentimentos. Minhas respostas são inspirações do que me faz pensar. De poeta para poeta, obrigado!

    Ps: sim, sou eu recitando os poemas.

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