Eis me aqui dilacerando palavras
cutucando, remoendo meras lembranças vagas
as quais guardava no peito caladas
e hoje surgiram na ponta de meu lápis apressadas
manchando o papel branco de tinta,
revelando verdades na íntegra.
Sou brisa, sou mistério, sou sombra
toda a verdade que meu ser, agora, vos conta
pois sou um livro aberto, sem segredos, desinibido
remexido, revirado... sonhando em ser reescrito.
(Adaptação do poema escrito por Gabriela Marques no dia 05/07/10)